Super Amibos 39 – Os biquínis orientais de Dead or Alive

E cá estamos nós novamente falando de biquínis polêmicos! Desta vez, a polêmica é a declaração da Tecmo-Koei em afirmar que não deve lançar seu novo game Dead or Alive Xtreme 3 por medo de represálias de grupos feministas. Comentamos também o ataque de oportunidade da Play-Asia em anunciar que estará vendendo o jogo em inglês a partir de Hong Kong.

Além disso, analisamos o novo trailer de Capitão América: Guerra Civil, o papel do Netflix no combate à pirataria e o bizarro desfecho do caso judicial de Billy Mitchell versus Regular Show (Apenas um Show).

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  • Michel Melo de Souza

    Cadê o Link para o Download?

    • Deu vários paus nesse post, agora tá resolvido… Sorry!

  • olar

    • Guillermo Matías Gumucio

      Olares, Johnny Boy.
      Não vejo mais trailers, exceto quando na sala de cinema, de modo que tudo que sei sobre “Guerra Civil” foi neste programa. Ainda bem que não realizaram descrições detalhadíssimas a respeito, agradeço.
      E concordo com o Bonassi: pare de bradar que pagaria mais pelo Netflix que vai que os execs ouvem… tá bom como tá, amigón. 😉

  • Dudley_o_Boxista

    Melhoras pro membro da família do Márcio. E cadê Diego? E apesar dos desfalques, o podcast ficou excelente.
    Falando em Regular Show, e referências aos joguinhos, tem um episódio que eles jogam um jogo feito pela lenda dos jogos “Maury Moto”.

    E eu to animado até pros filmes da Marvel, apesar de Vingadores 2 não ter acompanhado a qualidade dos últimos. A guerra civil nos quadrinhos justifica a falta do Thor e do Hulk é em teoria pra deixar o pessoal mais OP fora de combate e equilibrar os lados, mas ter o Visão no filme me parece quebrar isso. O que mais me chama atenção é o filme do Dr Estranho, é o que parece mais fora do que tivemos até agora. Mas ao mesmo tempo, o desenvolvimento que a Marvel dá pros seus vilões nos filmes é bem triste. Diferente do que ela faz nas séries, que tão de parabéns.

    • Caio

      Nem, Wanda equilibra isso já que o Visão está no outro time.

      • Dudley_o_Boxista

        “Equilibra”, mas ainda acho que o ideal era não ter eles. E pelo que a gente viu da Wanda no Vingadores 2, não é uma Brastemp também, deram uma boa nerfada nela.

    • Eu curti bastante os eventos de Avengers terem impacto em Demolidor e Jessica Jones – desde o enriquecimento do Kingpin às pessoas com “ódio” de super seres em Jessica Jones… Acho que estão construindo um universo muito maneiro!

      • Dudley_o_Boxista

        E a construção de personagens no seriado é tão bacana, e é algo que muitas vezes falta nos filmes. Principalmente por parte dos vilões, apesar de não ter terminado de ver Jessica Jones, nos 11 episódios que assisti, eles fizeram um trabalho excelente na construção do Kilgrave, tal qual no Demolidor fizeram com o Kingpin. No filme a gente não vê isso, e não é por falta de ator competente, é uma preguiça de roteiro, um lugar comum. Mas eu também acho muito interessante essa interação sutil que eles fazem dos filmes com a série, mesmo os dois não tendo o mesmo público alvo.

  • ednaldofilho

    Vlw pelo ótimo Cast.

  • Atos Ferreira Machado

    Gosto muito do posicionamento moderado de vocês, mas gostaria de fazer minhas ressalvas. Discordo do Bonatti e do Felipe quando falam que é uma jogada de marketing da Koei. É muita inocência pensar que eles recorreriam a tais métodos para divulgar um jogo de nicho. O marketing que a Koei se beneficiaria, mas que provavelmente não ganharia seria nas matérias “jornalisticas” dos sites de games. Deem uma olhada nessa figura e reflitam. https://i.4cdn.org/v/1448912657983.jpg

    São muitos os sites com essa visão, ao meu ver deturpada, sobre o que é sexismo e misoginia. Lançar um jogo desses no atualmente é pedir justamente o oposto do que vocês dizem: marketing negativo. Isso ao meu ver é mais ruim do que bom, já que afasta possíveis novos jogadores e cria uma imagem nada legal sobre a desenvolvedora.

    Com relação a versão asiática com opção em inglês, eu não sei até que ponto isso é feito da forma como seria se de fato localizassem o jogo. Acho muito leviandade afirmar que é “só colocar para vender”. Tem inclusive a parte de marketing que, retornando ao que disse anteriormente, ou não existiria ou seria negativo.

    • DukeMagus

      Tô com o Atos (inclusive postei essa imagem no grupo dos patrões)

      Koei-Tecmo é uma companhia com diversas séries, e ser massacrada por causa de uma afeta os negócios de todas as outras.

      Mesmo que o game venda mais no ocidente que o japão, esse clima tóxico dos “jornalistas” de games injetando suas visões politico-ideológicas em tudo o que pode e esquecendo qualquer preceito de neutralidade ou distância profissional é perigoso PARA O NICHO.

      Os progressivos nos regrediram ao tempo dos 16 bits, quando um game podia ser barrado de ser lançado no ocidente sem passar por censura by nintendo para remover “temas adultos ou controversos”

      • Eu discordo completamente dessa visão de que se deve combater a crítica com censura.

        Mesmo que você não considere o jogo sexista de nenhuma forma, não é possível que seja tão absurdo assim a ideia de que alguém ache. O jogo traz imagens supersensualizadas de mulheres como seu principal atrativo.

        Isso é errado? Sei lá, mas eu entendo quem ache errado.

        Tenho diversas amigas que ficam putas porque as pessoas as cumprimentam olhando seus decotes e dizem tchau olhando suas bundas. Será que um jogo que faz tudo isso pra que você repare minunciosamente em cada detalhe do corpo de uma mulher, ainda que virtual, é tão isento de críticas assim?

        Então as pessoas não podem expressar que um jogo explora a imagem de meninas porque isso faz mal pras vendas do jogo?

        Acho que não faz sentido nenhum isso.

        • DukeMagus

          Pra fazer uma analogia, estou jogando final Fantasy 10 ultimamente. Desde Shin Megami Tensei que eu não pego um game com uma mensagem tão anti religião (principalmente anti cristianismo).

          É passível de crítica? Sim. Mas quem usa de seu espaço pra demonizar esse tipo de game é quem defende religiões/cristianismo ou games como um todo?

          Pensa bem: como religioso, você pode se sentir que a parte dele que ofende, ofende totalmente você. Agora, quem reports games precisa ter neutralidade, pois o game é mais do que isso, é mesmo que você seja, digamos, Gamer e cristão fervoroso, se sua análise se resume a criticar o game por ser anti religião e terminar por aí, você não está exercendo seu trabalho direito, e sim injetando ideologia no assunto e esquecendo o resto.

          No caso do Dead or alive, sites como Mary sue ou Jezebel (que vai ser reduzido a revista de fofoca na reestruturação da gawker) caírem de pau não é nada além do esperado. agora sites como Kotaku e polygon reportam e representam games como um todo. Se você abre mão de focar no game para cair de pau em cima da “falta de progressividade” em um título de nicho, e especialmente um em que o nicho não é você, mas pode ser uma parcela boa de seu público, tu tá tomando partido e usando todo o alcance do site pra reforçar sua visão nos leitores.

          • Ai que ta, eu não vejo absolutamente nada de errado no cara se expressar usando o site dele para isso.
            Em um portal vc acompanha a opinião de X pessoas sobre os assuntos…. se elas não poderem falar o que pensam, não existiria motivo para termos tantos sites. Cria um canal único onde as produtoras mesmo postam o que querem sobre seu produto.

            Você pode não concordar com a pessoa, mas ela tem SIM todo o direito de falar o que pensa, assim como a Tecmo tem o direito de fazer os jogos, mesmo eu achando eles de mal gosto.

        • Atos Ferreira Machado

          Eu particularmente não tenho nenhum problema com pessoas que não possuem a mesma visão que a minha sobre o assunto, mas é como você disse no cast: as pessoas tem o direito de discordarem de mim, mas igualmente eu tenho o direito de achar que elas estão erradas também.

          Os meus problemas dessa discussão toda ao meu ver é o extremismo dos ditos “progressistas” como na imagem que eu postei. Os caras utilizam de forma leviana termos muito fortes como misógino para tentar desqualificar os jogos da franquia, que como você mesmo disse no podcast não tem nada intrinsecamente errado, mesmo se fosse só um jogo erótico. O mais triste é que o pessoal que fala de forma leviana esses termos faz com que os mesmos percam o impacto que ele tem, como por exemplo a palavra estupro que para esse pessoal significa qualquer coisa.

          Com relação ao que você disse sobre suas amigas, não sei se encaixa bem no assunto, pois esse “olhar no decote no momento de cumprimentar” é mais uma invasão de privacidade. É claro que existem pessoas que não se incomodam ou que gostam de que vejam seu decote, mas em geral, num ato de empatia, o ideal é respeitar a privacidade alheia. No entanto respeitar a privacidade alheia é uma coisa, discutir sexualidade e sexualização é outra.

          • Só complementando, eu não vejo nenhum problema com a sexualidade ser explorada, mas existem diversas formas de se fazer isso. Quando o personagem se resume a isso, me desagrada, mas eu não acho “errado” pq existem pessoas que se resumem a isso também, convenhamos.
            Mas vai tudo de contexto e da mensagem que querem passar.

      • Caio

        Curioso que você fala que os jornalistas injetam visões político-ideológicas – que obviamente são de esquerda pela maneira como fala – mas pelo mesmo viés os critica por ser de outra ideologia política. Você os condena usando sua própria ideologia e eles fazem o que fazem pelo que acreditam ser certo. No final, todos acreditam estar certos.

        • DukeMagus

          Eu não sou pago pela minha opinião pessoal, e ela não é oficialmente endossada e publicada por um site com alcance de centenas de milhares de pessoas.

          Eu critico falta de profissionalismo em profissionais exercendo sua profissão.

          Você critica minha falta de neutralidade em… uma seção de comentários de um podcast?

          • Caio

            Você não entendeu o que eu quis dizer e eu não estou te criticando, apenas exemplificando.

            A opinião de uma pessoa sempre vai estar vinculada a ideologia. Ser neutro na sua opinião seria apoiar o que é feito em Dead or Alive? As pessoas tem opiniões diferentes. Se esses jornalistas acham que o que DOA faz é errado, é a opinião deles. Se outros sites acham isso certo, opinião deles também. E adivinha? Nos dois casos estão vinculados a ideologia. Ninguém em jornalismo é imparcial a não ser quando transmitem notícias.

          • DukeMagus

            Existe o dever jornalístico de cobrir o máximo possível de pontos de vista ao reportar um tema. Se você volitivamente abre mão de uma segunda interpretação repetidamente, você está tentando criar verdade, não reportar. E a Kotaku tem o hábito de forçar opinião no meio da reportagem, distorcendo a notícia ao injetar ponto de vista no meio dela.

          • aí que tá… Eu não vejo isso como erro.
            Eu não tenho problemas com a Veja ser um veículo 100% tendencioso anti-esquerda, da mesma forma que não tenho problemas da Carta Capital ser anti-direita.

            O jornalismo hoje é composto de opinião de uma forma muito mais explícita, e eu não acho isso ruim.

            Fora que… O Kotaku é Blog. Não é um portal de jornalismo, ele flerta com o jornalismo, mas ainda assim ele é isso – um blog. E um blog é espaço para se dar opiniões, inclusive as mais extremas.

            “Ah, mas saiu na Venture Beat”… mas se olhar o print, tá lá o nome do Editor e escrito logo embaixo “O post não reflete a opinião do GamesBeat.”

            Enfim, eu entendo quem acredite que o jornalismo deve ser apenas factual, mas eu não compactuo com essa ideia. Acho que boa parte das críticas feitas ao DoA X3 (nem sei se é assim que tem sido abreviado) é descabida e exagerada, mas boa parte é válida de um determinado ponto de vista… e eu vou alinhar o meu consumo de informações àqueles sites que expõe os dados da forma como eu acredito mais – ou se ler em um lado mais extremista, vou absorver aquele artigo “with a grain of salt”.

          • DukeMagus

            “O Kotaku é blog”, mas quando toma sanção diz que é o “preço do jornalismo”. Eu vejo eles mesmos flutuarem nessa noção conforme o que for mais conveniente.

            Se for pra jogar com a Veja, eu sempre digo que se a veja disser que o céu é azul, eu saio na rua pra ter certeza e fico pensando como eles vão distorcer isso para culpar o “partido inimigo da vez”.

            Eles não fazem NENHUM esforço para deixarem de ser tendencioso, e isso faz deles um jornalismo de segunda classe e origina escárnio geral. Mesmo quando eles trazem uma verdade, eles forçam e distorcem tanto para injetar a agenda que a notícia se perde na “verdade” que eles criam ao redor.

            E isso tem um efeito nocivo NA SOCIEDADE que lê a Veja. Pensa quanta gente entrou nessa de “impítima” ou “volta ditadura” por causa de verdades ocultas e exaltadas seletivamente por esse tipo de mídia tendenciosa? Lutar que um trabalho profissional seja profissional é tão ruim assim?

            Pensando bem, KOTAKU É A VEJA DOS VIDEOGAMES! MELHOR ANALOGIA DO MUNDO!

            Valeu Jone, essa eu vou passar adiante em sua homenagem.

          • Atos Ferreira Machado

            Eu ia comentar algo parecido, mas fico agradecido por você ter feito um bom trabalho.

          • eu criei um monstro.

          • Atos Ferreira Machado

            Eu diria que o problema não é a veja ser de direita e a carta capital de esquerda. O problema é quando os dois distorcem a realidade para encaixa-la em uma “verdade” que eles pregam. E é exatamente o que o Kotaku e os outros sites “jornalísticos” fizeram chamando o DA de misógino. Não existe jornalismo imparcial, eu concordo, mas ignorar o outro ponto de vista ou NUNCA imaginar a possibilidade de estar errado em algum ponto é querer ser dono da verdade, e esse tipo de comportamento eu desprezo. O fato do Super Amibos ser mais “moderado” em suas colocações os colocam num patamar de profissionalismo muito maior que os tais “jornalistas”, sintam-se felizes por isso.

        • Atos Ferreira Machado

          Acho que o que o amigo quis dizer é que quando esses “jornalistas” criticam o DA eles não criticam a qualidade do produto, ou seja, se o jogo é competente naquilo que se propõem, e sim o porque ele não corresponde com a visão de mundo deles( leia-se qualquer coisa sexualizada é ruim, machista e misógina). Isso ao meu ver é tóxico, não porque eles não concordam comigo, mas porque eles não estão abertos a discussão. Por isso eu uso a aspas em “progressistas” quando me refiro a esse tipo de pessoa. Eles estão tão cegos na própria justiça que não conseguem conceber a possibilidade de que eles possam estar exagerando em alguns aspectos. Fora a velha hipocrisia ocidental de tratar o sexo e a sexualidade como tabus e coisas “ruins”.

  • Marcelino Pinheiro

    Gostei do podcast! Ficou bem mais dinâmico e sem enrolação. Direto para o assunto!
    Quanto a não lançarem o DoA Extreme 3, é uma pena. Eu queria ver é o povo da luta contra o sexismo e misoginia entrar no assunto “porn”… aí quero ver quem vai defende-los…

    • Não existe ativismo quando o assunto é proibir masturbação

  • Lone Player

    Gostei bastante do episódio, edição mais clean sem gargalhadas forçadas, enfim, um podcast maroto, de raiz. E só pra constar, o Kotaku e George Lucas, cholem mais.

  • Anthony Santos

    Mesmo com a equipe desfalcada foi um ótimo programa. Parabéns pelo trabalho.

  • Tony Horo

    Eu só acho que se esse tanto de site pode perder tempo criticando um produto adulto (DOAX3), porque não fazem o mesmo com a indústria mundial do pornô?

    É diferente só porque é joguinho?

    • Rafael Bard

      Acredito que a resposta é sim. Mesmo porque, temos jogos adultos/pornográficos hoje em dia?

      • Tony Horo

        Temos. Um MONTE. A questão é que o jogo em si nem pornô é.
        Ele não é uma objetificação da mulher, é apenas como homens (não todos, mas muitos) idealizam uma parceira sexual.

        Nunca foi dito que mulheres não poderiam simplesmente fazer um jogo com homens que elas idealizam e, na verdade, elas já fazem!

        Eu acredito que todo mundo poderia fazer o que quisesse, desde que não mate, roube ou segregue ninguém…

        Aliás, como um adendo, eu tenho uma amiga que ficou ofendida com esse negócio de serem contra o lançamento do jogo aqui. Ela é hétero e gostava.

        • Rafael Bard

          pois é, tem mulher que gosta desse jogo. Eu mesmo não jogo, mas parece que tem mulher que joga mas a maioria delas não liga

  • Rafael Bard

    Eu não sei pra que alguém mexeria com um jogo que agrada a um nicho tão pequeno de jogadores. Mas eu sei que os ativistas iriam mexer com certeza. E o foda é que os japoneses vão sempre preferir não lançar o jogo aqui por conta desse choque cultural do que simplesmente mudar a forma em que as mulheres são representadas nos jogos. Independente de ser um jogo grande ou pequeno.

  • Rafael Bard

    Tanta discussão, treta, block e eu acho isso aqui ó:
    https://www.youtube.com/watch?v=g8XJdb-2YqM

    They just dont care…

  • Eli

    “O Kotaku faz o que faz pra sobreviver… Cada vez mais a midia escrita perdeu espaço para Youtubers e Podcasters no que se refere a divulgação de informação. Como o Kotaku vai conseguir hits? Com polêmica… Eles basicamente precisam disso pra sobreviver.

    Imagina que você tenha escrito sobre videogames a sua vida toda, e agora do nada você vê seu público vazando mais e mais para outras midias? Deve ser especialmente revoltante para alguém que seja formado em jornalismo…

    Eu entendo a necessidade que tiveram de escrever para um publico progressista, que quer avançar causas sociais na cultura Pop também por ver isso como uma maneira mais eficiente do que sair na rua com placas.

    É uma discussão extremamente complicada… Não estou dizendo que o Kotaku faz o que faz só por interesse financeiro, mas por ser uma empresa, é lógico que o posicionamento político não vem da ‘bondade do coração’ deles, mas de uma necessidade percebida pra sobreviver num mercado que está morrendo… Além da inclinação politica dos editores, claro que vai pesar muito o interesse financeiro, o que é a regra em qualquer economia capitalista.

    O que é um Kotaku hoje em dia perto de um reviewer no Youtube? É capaz de um unico Youtuber grande ter muito mais visualizações do que a existencia inteira do kotaku… O cara que você conhece e segue, e se bobear até consegue perceber pelo jeito que ele fala quando ele está sendo honesto ou fazendo só propaganda, o que é impossivel numa midia de texto… Outra coisa é que alguns Youtubers, graças ao Gamergate, até assumiram a postura de colocar um disclaimer de quando o vídeo é patrocinado… É algo muito mais transparente… O público gamer, em sua maioria, se tornou ‘inacessivel’ pra eles, por que tem 24h no dia, e eu imagino que não vão dedicar essas horas a leitura quando você pode assistir um video no Youtube…. Que alias, vc não precisa nem dedicar 100% da sua atenção.

    Já quando o Kotaku apela pros progressistas, está falando com um publico mais politizado, que se formos pegar uma regra geral, é um publico que GOSTA de ler, que consome literatura como um gamer consome videos de gatos peidando arcoiris… Talvez o publico gamer em geral, principalmente os mais jovens, não seja mais interessante pra eles, e daí não “dói” atacar o tipo de entretenimento que agrada esse publico, se o preço é desagradar um publico que não consome mais seu produto, e o pagamento é receber a simpatia do novo publico pra quem vc está escrevendo hoje…

    Enfim, resumindo: acho que essa polêmica se deve basicamente ao fato de que o Kotaku precisa sobreviver, e esse tipo de coisa é material que dá acesso, hits, pra eles… Não vai ser nem a primeira e nem a ultima polêmica que o Kotaku vai se envolver… Eles não precisam de um bilhão de hits, eles precisa de um publico cativo que sempre vai ler o que publicam… Conseguem com os progressistas construir uma ‘comunidade fiel’, que ve com bons olhos a analise que eles fazem da midia de games…”

  • Esse tipo de jogo combinado com a quantidade absurda de “homens herbivoros” no Japão me levam a acreditar que os japas não gostam de mulher, eles gostam de “Animes” *rs*

    O cara provavelmente prefere ficar olhando pra bunda dessas meninas virtuais jogando volei do que encontrar uma namorada de verdade… Um dia que tiverem com tempo sobrando, procurem sobre os “Homens Herbivoros” ou “Soshoku Danshi”… Os caras simplesmente desistiram… E o crescimento demográfico do Japão despencando cada vez mais… Daqui a pouco Japa vai ser igual panda 😛

  • Arg… Tinha feito um mega comentário filosofando sobre as mudanças de estratégia no Kotaku mas fiz com a conta errada (Fuuu)… Mas resumindo o que eu tinha dito:

    O Kotaku hoje em dia escreve para um público mais politizado do que o Gamer padrão… Isso acho que fez com que muita pessoa torcesse o nariz pra eles, ao mesmo tempo que ganhou um novo público que pode ser até melhor pra eles, já que esse novo público é mais adepto à leitura…

    Acho que a maioria do publico gamer é mais jovem (tenho que procurar as estatisticas) e não gosta muito de perder tempo lendo, preferindo mais a midia visual ou escutar algo enquanto faz outra coisa…

    O que não quer dizer que um gamer não possa gostar de ler, nem que um SJW não possa gostar de jogos mais “besteirol” igual esse dead or alive, só fiz uma generalização *rs*